A Magia do Marketing no mundo dos Games

Vai falar que quando criança, você não queria um Super Nintendo só por causa daquela propaganda do “é Nintendo ou nada”? Vai me dizer que nunca alugou Teenage Mutant Ninja Turtles in Time só porque era fã das tartarugas ninjas? Vai me dizer você não está a fim de comprar Wii U só para jogar Mario Kart 8?

Uma das principais armas do marketing nos games é a ostentação. Sim exatamente fazer a “vítima”(comprador) se sentir como se tivesse com tudo em mãos. Vai me dizer que você nunca gostou de ser o dono do cartucho, onde a galera se reunia em sua casa e passava o dia inteiro jogando? Então, exatamente disso que estou falando, o famoso privilégio de ter o game, mas é claro que envolve outros fatores como se sentir no lugar do personagem (identificação), gostar ou ser fã de tal franquia e achar a publicidade tão maneira, que acaba comprando o jogo ou vídeo game por esse motivo.

Flicker

Esses três exemplos acima, com toda a certeza me fez querer ter tais produtos e jogá-los, muito por causa dos ícones que nos familiarizamos. Como exemplo pego o cartaz do Castlevania, a ambientação nele já passa a mesma mensagem que o jogo quer passar enquanto jogamos. Já pegando o Cartaz de Mortal Kombat em que Raiden e Kanon saem da máquina de Arcade e estão segurando os garotos pela gola da camisa, faz com que o jogador se sinta imerso e que ao jogar o determinado jogo ele faça parte do universo. Acontece o mesmo com as publicidades de atualmente, trailers como o de Call of Duty que mostra pessoas normais em combate, passa a experiência de que o jogador faz parte daquela guerra.

Depois de ver esse trailer, voltamos aos três cartazes acima, destacando o cartaz da Nintendo anunciando o GameBoy. Esse é o mais desumano de todos, tem o fator ostentação e também diversão. Que criança nunca sonhou em ter sua própria TV com um Super Nintendo e ainda ter um vídeo game portátil com vários jogos? Isso porque videogame portátil na década de 90 era um item para classe alta (usava pilhas que é uma maravilha), por ser uma novidade no mercado e também pela inovação na tecnologia, agora imagine isso aos olhos de um garoto ou garota do século 20.

Agora vamos falar de um assunto triste e que devemos muito repensar antes de comprar certos jogos: o famoso “jogo às pressas”. Vamos pegar como exemplo o Assassin’s Creed Unity. Bom, o game foi lançado às pressas e estava cheio de bugs e foi efetivamente lançado mais por uma questão de lucros para a empresa, sem se preocupar com os jogadores, e comercializando um produto defeituoso para os consumidores. O jogo só está como deveria ser jogado depois de ter sido lançado e packs de correção de bugs terem sidos disponibilizados. O consumidor passou de jogador para um beta tester. Só que pagando.

Outra empresa que lançou um jogo às pressas foi a Atari com E.T. The Extraterrestrial, o game foi feito para acompanhar o sucesso do filmes, o mesmo teve um roteiro bem pobre (na verdade nem roteiro tem), mas foi um grande fiasco, e acarretou em um gigantesco prejuízo para a Atari. Se quer saber mais sobre esse game acesse a matéria Os “melhores” jogos do mundo.

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O entretenimento cresce cada dia mais, como uma indústria lucrativa e o ser humano contemporâneo é atraído pela união de diversão e tecnologia, fazendo com que os jogos eletrônicos acabem sendo escolhidos para suprir esse desejo.
Desde o primitivo jogo de batalha espacial criado por estudantes no início da década de 1960 até os poderosos jogos de estratégia do início do século XXI, os games seguem uma trilha de constante desenvolvimento e grande sucesso. Como não poderia deixar de ser, o marketing apropria-se disso para a divulgação, o que contribui para o sucesso desses produtos.
O lado negativo disso, é que, a tecnologia evoluiu, os jogos evoluiram, as empresas amadureceram, mas a realidade de grande parte das pessoas, não só no Brasil, mas em várias partes do mundo, ainda é envolta à pobreza. Nem todos podem acompanhar lançamentos de jogos, nem todos podem adquirir consoles (e a mídia o tempo todo diz que você precisa comprar o novo console, o console do momento, não acompanhar tendências, é não existir, não fazer parte disso é ser inferior) e isso é mote para grandes reflexões, mas sobre isso, discutimos depois!
Deixe aqui pra gente o seu ponto de vista sobre essas estratégias de marketing nos jogos eletrônicos e continue acompanhando nossas postagens!
See you! =D
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