O que é esse tal de “May the 4th Be With You?”

É um trocadilho que em português não faz o menor sentido, mas em inglês é uma adaptação à famosa citação “May the force be with you” ou “Que a força esteja com você”, que tantas vezes ouvimos falar (e adoramos repetir) nos filmes de Star Wars.
May (maio) The Fourth (force – só uma questão de pronúncia, de fonética) Be With You. A tradução literal seria: Que o quatro de maio esteja com você. Mas esquece, não precisamos traduzir, só comemorar! 😀
O dia 4 de maio foi criado pelos fãs, para celebrar a cultura Star Wars, relembrar os filmes, promover festividades com a temática, cosplays, jogos, enfim, a lot of things!!
Mas por que 4 de maio?
Bem, como eu expliquei, o real motivo pelo qual a data tenha sido escolhida para comemorar o dia Star Wars, é exatamente por causa do trocadilho. Interessante, criativo, porém simples. Jogada de mestre e marketing.
Mas poderia ser comemorado no dia 25 de maio? Data de lançamento do primeiro filme da franquia, em 1977 – Star Wars. Episódio IV: Uma Nova Esperança.
Poderia, mas não teria o trocadilho fenomenal!
Mas, porém, contudo, entretanto, VALE MUITO A PENA lembrar que dia 25 de maio é o dia em que se comemora o Orgulho Nerd ou Orgulho Geek e TAMBÉM para homenagear dois escritores: Douglas Adams e a sua famosa e espetacular saga: O Guia do Mochileiro das Galáxias, (dia que recebe o nome de “Dia da Toalha”) e Terry Pratchett com a sua série de livros sobre o mundo mágico e fantástico de Discworld. Ler mais

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Olá, people!

Ainda seguindo a linha cronológica dos games fabricados por esse mundo afora, vim aqui apresentar para vocês, caríssimos leitores, mais uma daquelas “nostalgias gamers”, que continuam encantando uma geração de players, tanto os moderninhos, como os “clássicos”. Lembrando que algumas coisas e ou pessoas, não envelhecem, tornam-se clássicos! Capisce?
Então vamos voltar lá para a década de 70, mais precisamente em 1971.
Pouco antes disso, na década de 60, data em que as pessoas já estavam começando a ficar ainda MAIS hipnotizadas ainda com a magia da televisão, para não dizer que a galera estava começando a ficar viciada mesmo, um doidão desses que nós, meros mortais, invejamos até os pelos da xuranha, de tão inteligentes, teve a missão de criar uma televisão interativa com jogos, mas a ideia não deu certo. (Imagine você disputando a TV com a sua mãe, em um horário em que estivesse passando a novela das oito? Nunca daria certo mesmo) Brincadeiras à parte, o primeiro projeto não deu certo, mas em compensação, Ralph Baer, começou a dedicar-se a um outro, inicialmente idealizado pela Sanders Associates (leia: http://en.wikipedia.org/wiki/Sanders_Associates), que estaria ligado ao desenvolvimento do primeiro videogame a ser conectado à TV. Ler mais

Persona 4 e o Tempo é seu inimigo

fonte: Divulgação

Essa é a sua party. O protagonista é o cara no meio com pinta de garotão. E sim, aquilo é um urso.

Opa, e aí? Thiago aqui e de vez enquanto vou escrever pro Sons of Bit sobre qualquer coisa aleatória ou não. Como faz um bom tempo que eu não escrevo, achei melhor começar com algo mais no meu território.

Resolvi fazer uma análise não muito aprofundada do Persona 4, da série Shin Megami Tensei, pelo menos na parte que me fez chegar no fim do jogo e soltar um “porra, acabou mesmo?…”. As questões de jogabilidade e mesmo da história principal não serão muito discutidas, apesar de terem o seu peso, claro. “Mas que parte é essa Thiago que te intriga tanto?”, você pergunta. A interação com os NPCs. Ler mais

Conheça os criadores do Ripple Dot Zero

A era dos 8/16 bits foi algo que marcou os jogadores que viveram naquela época, além de jogos magníficos e inovadores a sua disposição em casa, os arcades continuavam a surpreender nas ruas. Aqueles títulos realmente eram muito bons e tinham todo um charme e estilo que foi se perdendo ao longo do tempo. Felizmente com a popularidade dos jogos indies o estilo retro tem voltado à cena e jovens desenvolvedores tem tido a oportunidade de mostrar suas ideias e talento, este é o caso de Simon Stalenhag e Tommy Salomonsson da Pixeltruss que generosamente nos cederam esta pequena entrevista falando sobre o excelente Ripple Dot Zero! Ler mais

O primeiro game do mundo. Rá!

Bom, de acordo com algumas fontes o primeiro jogo foi criado pelo físico norte americano Willy Higinbotham (há controvérsias, mas a maioria das fontes nos mostrou que o primeiro game de fato, foi criado em 1958 nos Estados Unidos, mais precisamente, em Nova Iorque). Ler mais

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Aurelien Longo começou seus estudos artísticos em 2007 e finalizou em 2011. Durante os anos, ele viveu uma jornada sem sobressaltos. Ele começou a apresentar trabalhos junto com seus colegas de classe para pequenas exposições em conexão com a escola. Formado com mestrado em Artes Plásticas, Design FootWear e Fotógrafo, seu primeiro emprego foi de professor de arte em escolas secundárias de Bruxelas. Ler mais

Knights Of The Round Review

Neste episódio do Pyron’s Lair… venha conosco ressuscitar a lenda do Rei Arthur neste clássico beat ‘em up lançado pela Capcom nos arcades em 1991. Ler mais

Lendas Urbanas nos Games

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Você nunca foi abordado em um fliperama de rodoviária, bar, lan house ou até na casa de um amigo com as seguintes histórias: “_ Se você pular mais de 300 vezes seguidas com a Lara Croft no Tomb Raider 1 ela fica completamente nua; que é possível destravar o Akuma no Resident Evil 2, ou que o Ryu é namorado da Chun li, entre outras que fazem parte de nossa infância gamer. Ler mais